terça-feira, 15 de novembro de 2016

Amao, criação de Amarok, o lobo cinzento dos Inuit

O lobo cinzento
O acordo
 Amarok é para os esquimós Inuit o conceito da criação, e dele surgiu o caribu, que é um animal, carne, fonte de vida. Mas o caribu envelheceu, adoeceu, e de Amarok saiu um lobo, Amao, que devorou o caribu doente, deixando os outros vivos para perpetuar o ciclo da vida. No entanto, há lendas de que Amarok seja mesmo um lobo enorme, cinzento como rios congelados, solitário, que caça os viajantes perdidos na floresta. Sobre Amarok é contado que possui o tamanho de urso, de pelo cinzento sem nenhuma luminosidade, ele se move incógnito nas sombras da floresta noturna, e quando algum caçador vai para lá sozinho se aventurar, Amarok está lá. Os dourados sabiam que ele poderia ser usado para destruir os heróis, e Osíris foi mandado para derrotá-lo e capturá-lo. Ao chegar lá, ele foi atrás do lobo, o frio não incomodando sua carne morta-viva, e quando o encontrou, seu primeiro impulso foi atacar, mas resistiu. O lobo apenas o observou, ficou parada, tentando dizer algo. Então Osíris percebeu que ele não era mau, nunca foi nem jamais seria, e então fez um acordo com o lobo: ele poderia sair de lá pacificamente se ajudasse a aliança dourada, e usando bons argumentos, explicou como poderia ajudar e o quê os Mestres do Abismo iriam fazer ao mundo. Amarok concordou de bom grado. Não permitiria que destruíssem sua floresta, mesmo que para isso, tivesse que abandoná-la.

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