terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Akheilos, o tubarão monstruoso

Akheilos
 Akheilos era filho de Zeus com a rainha Líbia Lamia. Muito belo, houve uma competição em torno disso levada ao julgamento de Pã. Afrodite irritou-se com as alegações de Akheilos ser mais belo que ela, e fez Pã se apaixonar pela ninfa Eco e transformou Akheilos em um monstro tão feio quando ele tinha sido belo - no caso, um tubarão monstruoso. Tempos depois, salvou Ajax o menor, conhecido também como Ajax Locriano, da morte decretada por Atena, o que levou à sua morte nas mãos da deusa e o seu poder ser entregue à Poseidon.
Amargurado há milênios com a forma que a maldição de Afrodite lhe deu, convenceu-se a lutar em prol do Abismo, acreditando que assim sua maldição terminaria e sua bela forma de antes, devolvida.

Akheilos lutando contra Xiuhtecuhtli

Xiuhtecuhtli, o deus Asteca do fogo

Xiuhtecuhtli, chamado também de Senhor Turquesa ou Senhor do Fogo, era considerado o guardião dos reis e dos guerreiros e deus do fogo, do ano e do tempo. Xiuhtecuhtli se levantou de um forno em Mictlan, o submundo Asteca, e atravessou a terra e os céus como um pilar de fogo, unindo o universo. Tem o rosto avermelhado, e na cabeça carrega uma coroa de fogo com ornamentos de turquesa.
Xiuhtecuhtli se uniu à batalha contra o Abismo pelo bem de seu povo; caso o Abismo vença, a vida será impedida de se renovar à partir das cinzas e os seus estarão eternamente condenados.

Xiuhtecuhtli em sua forma divina
Xiuhtecuhtli em sua forma humana


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Dante Luiz, Múmia Guerreira, filho de Osíris, guardião do espírito de Amarok

Dante Luiz Leonel, ou para os chegados, apenas Dante, é um rapaz de boa aparência, filho de Osíris. Dante é um rapaz complicado, sua vida possui inúmeros problemas, ele tenta os resolver sozinho, mas ao conhecer Pedro, este decide que irá ajudá-lo no que for necessário. Dante possui um estilo de roupas muito casual, cabelo louro escuro comprido e barba, um gosto musical muito bom, e é do tipo leal. Como Múmia Guerreira, seus poderes são grandiosos: além de ter o direito, de invocar um dos grandes faraós do passado uma vez ao mês para ajudar em combate, ele pode invocar outras múmias para lutar, criar cortinas de areia protetora, usar as ataduras de linho para lutar, ele tem poderes de morte, consegue ver a alma e as auras dos inimigos, e é detentor de um par de armas faraônicas, o gancho e o mangual, armas icônicas de todo o Antigo Egito. Usando os poderes de Amarok, ele causa um medo intenso nos inimigos, se move silenciosamente, além de ser “invisível” usando a camuflagem sem reflexão dos pêlos do lobo. Além disso, ele possui um status de “imortalidade”, que só é cancelado caso a morte seja algo muito especifico, fazendo dele assim, invencível em combates que poderiam destruir até mesmo seu pai renascido Osíris.

Amao, criação de Amarok, o lobo cinzento dos Inuit

O lobo cinzento
O acordo
 Amarok é para os esquimós Inuit o conceito da criação, e dele surgiu o caribu, que é um animal, carne, fonte de vida. Mas o caribu envelheceu, adoeceu, e de Amarok saiu um lobo, Amao, que devorou o caribu doente, deixando os outros vivos para perpetuar o ciclo da vida. No entanto, há lendas de que Amarok seja mesmo um lobo enorme, cinzento como rios congelados, solitário, que caça os viajantes perdidos na floresta. Sobre Amarok é contado que possui o tamanho de urso, de pelo cinzento sem nenhuma luminosidade, ele se move incógnito nas sombras da floresta noturna, e quando algum caçador vai para lá sozinho se aventurar, Amarok está lá. Os dourados sabiam que ele poderia ser usado para destruir os heróis, e Osíris foi mandado para derrotá-lo e capturá-lo. Ao chegar lá, ele foi atrás do lobo, o frio não incomodando sua carne morta-viva, e quando o encontrou, seu primeiro impulso foi atacar, mas resistiu. O lobo apenas o observou, ficou parada, tentando dizer algo. Então Osíris percebeu que ele não era mau, nunca foi nem jamais seria, e então fez um acordo com o lobo: ele poderia sair de lá pacificamente se ajudasse a aliança dourada, e usando bons argumentos, explicou como poderia ajudar e o quê os Mestres do Abismo iriam fazer ao mundo. Amarok concordou de bom grado. Não permitiria que destruíssem sua floresta, mesmo que para isso, tivesse que abandoná-la.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Osíris, o deus egípcio dos mortos

O deus dos mortos
Osíris é um dos mais importantes deuses egípcios. Quando ele foi escolhido entre os quatro deuses egípcios que fariam parte dos 34 deuses, ele não sabia como proceder. Osíris é o deus do mundo dor mortos, a voz final no julgamento da Sala das Duas Verdades, regente de Aaru, a pós-vida egípcia na Oitava Casa da Noite. Originalmente ele era um deus relacionado com plantas aquáticas do Nilo, mas então, ele se tornou faraó e trouxe a civilização para o Egito Antigo. No entanto, seu reinado foi conturbado. Por vezes ele era atacado pelo irmão Set, o deus do caos e do deserto. E em uma de suas investidas veladas como uma "brincadeira entre irmãos", Osíris foi morto, colocado em um sarcófago dourado e partido em pedaços. Ísis, sua esposa, não descansou até juntar todos os 12 pedaços, e o filho de Osíris, Anúbis, com a deusa Neftis, foi quem mumificou o deus Osíris. No entanto, ele não tinha sido revivido, e Ísis suplicou aos céus que ele vivesse. Em contra-partida, Ísis engravidou de Osíris ainda morto, e gerou Hórus, o Vingador. Mas posteriormente, Osíris renasceu como um deus morto-vivo, muito mais poderoso e solene. Ele é parte importante do Maat, um conceito egípcio traduzido como "Ordem": ele faz a ordem fluir pelo Tuat quando ele faz justiça com as almas que à ele se apresentam. Osíris foi incumbido de derrotar uma criatura dos esquimós Inuit, Amarok, um lobo cinzento poderoso e silencioso na sua caçada. Na forma humana, Osíris é discreto, usando roupas de cores marrons, mas é difícil não ver um homem alto com pele meio esverdeada.

Forma "humana"

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Ausência do WulfJakal

Pessoas, Vingadora na área :)

Passei aqui à pedido do WulfJakal pra avisar o motivo da ausência dele no blog recentemente.

Basicamente falta de internet decente pra montar os posts. Eeeee um pouco de desorganização com os desenhos.

É isso, pessoas.

Bye o/

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Deuses proeminentes no universo dourado: Khepri, o escaravelho do sol nascente e Khnum, o deus egípcio da criação

 Khepri é o deus escaravelho egípcio do nascer do sol. Ele é uma divindade primordial, que nasceu ao dizer seu próprio nome, e assim gerou Shu, deus do vento, e Tefnut, deusa da umidade do ar e das nuves, e esses geraram Geb e Nut, mas isso é outra história. Khepri é, obviamente, um escaravelho que rola bolas de estrume, mas aqui ele tem o papel de rolar o Sol para fora do Tuat, a dimensão mágica que existe em baixo da pele da nossa. Khepri é a personalidade da manhã do deus Sol Rá, e assim, seu poder está ligado à luz e ao sol. Os antigos egípcios acreditavam que a cada nascer do Sol, não era apenas um novo dia, mas o nascer de um novo mundo. Khepri NUNCA aparece em forma humana para ninguém, ele acredita que não é o momento de os humanos o verem novamente e se contenta com seu trabalho. No entanto... quando Rá foi para seu sono crepuscular, Khepri foi "sacrificado" e divido em muitos escaravelhos menores para gerar um mar desses insetos e aprisionar Apófis na parte mais profunda do Tuat. Mas agora com a guerra entre o Abismo e o Ouro, Khepri voltou, e ele trará nova esperança e nova vida para quem precisar.

(Escrevi errado, NÃO ACREDITO, EU NÃO ACREDITOOOOO(Leia com a voz do senhor Donizildo)).
Khnum é o deus egípcio que representa a criatividade, vida nova, ele regulava as águas do Nilo e também criava os humanos em seu torno de argila, mas não só a carne humana era criada, mas também o ka humano (uma das partes da alma, junto com o ib, sheut, ba, ren, khat, akh, sahu e o sekhem). Khnum por vezes é relacionado à outra personalidade de Rá, assim sendo o Sol do fim da tarde e que entra no Tuat para a viagem noturna de Rá. Khnum tem uma cabeça de carneiro e olhos tristes, mas em suma ele não é O guerreiro, mas sim um criador, visto que ele possui uma personalidade gentil para aqueles que precisam dele.
Assim que a guerra se instaurou e dividiu todos os panteões nos grupos dos Lordes do Abismo contra a Aliança Dourada, Rá obviamente foi para os dourados, e por tabela, levou Khepri e Khnum com ele, e eles são tão necessários quanto se podia esperar.


Deuses proeminentes no universo dourado: Tezcatlipoca, o deus do céu noturno, das catástrofes e Senhor do Espelho Fumegante

 Tezcatlipoca é um dos três grandes deuses do mundo Asteca. Ele é o céu noturno, o vento noturno, os furacões e os terremotos. Ele é o fogo, a terra e a morte e o Senhor do Espelho Fumegante que pode lhe mostrar toda a humanidade. O deus jaguar foi quem conseguiu banir o deus serpente emplumada Quetzalcoatl e instalar na tradição asteca os rituais de sacrifício humano. Sua aparência é de um grande 'werecat' com forma de jaguar, usando seu espelho e ricos enfeites. Na forma "humana" ele faz jus ao seu titulo de deus do céu noturno, quase uma cópia escrachada de Nut, deusa egípcia do céu. Sua pele é de tons de preto e azul do mais profundo pontilhado de estrelas, e na cabeça ele usa uma capa de jaguar. Se ele é aliado do Abismo? Não tenha dúvidas disso. Existe uma razão para que Tezcatlipoca não use roupas "normais": ele tem um forte desprezo pela cultura humana atual, as roupas cada vez mais feias e ridículas, nada feito com as próprias mãos depois de caçar sua comida ou mesmo feito com carinho, e por isso, ele sempre aparece nas roupas tradicionais astecas.

Deuses proeminentes no universo dourado: Ran, a deusa do mar

A deusa Ran é a deusa nórdica do mar, ela astuta e com grande poder. Sua aparência é de uma mulher de cabelos longos ondulantes como a água. A parte inferior está conectada à um redemoinho de água e espíritos de guerreiros mortos em naufrágios, afinal ela também fará parte do Ragnarök. Essas almas estão presas pela rede de pesca, sua maior invenção. Depois ela ensinou o truque à Loki que ensinou aos outros æsires e por fim aos humanos. Não fica claro se ela está do lado do Abismo ou do Ouro. Seu marido é Aegir.
A deusa do mar

Deuses proeminentes no universo dourado: Bes, o deus protetor das mães e crianças

Bes
Forma "humana"
 Bes é um anão robusto, um deus relativamente poderoso, mesmo sendo visto como um bobo-da-corte entre os deuses do Antigo Egito. Ele é senhor do prazer e da alegria, inimigo de tudo o que é mau e ruim. Além de tudo isso, ele é o deus da proteção no parto, portanto as mulheres costumavam o reverenciar muito. Diz-se que Bes costuma proteger a casa de uma mulher em trabalho de parto balançando um chocalho e gritando, fazendo caretas e tocando um tambor para afugentar demônios que poderiam amaldiçoar a criança. Logo após o bebê nascer, Bes ficava ao lado do berço, fazendo gracinhas para a criança, e se ela risse sem motivo algum, e os humanos pais da criança não vissem nada, era ÓBVIO que era Bes quem estava ali. Entre os deuses da aliança dourada, Bes é visto como um deus importante, não muito o tipo do guerreiro, mas aparentemente, era ELE quem estava protegendo os 24 filhos do ouro na hora do parto. Em uma forma humana de disfarce, Bes assume a posição de médico, parteiro de preferencia. Muitas pessoas se surpreendem de um anão ser médico, mas afinal, ele é um deus.

Criaturas proeminentes do universo dourado: Delphin, o líder dos golfinhos

O senhor dos golfinhos.
Delphin é uma criatura grega, um golfinho a serviço de Poseidon. Ele é o líder dos golfinhos, onde quer que estejam, e eles o servem até a morte. Delphin não é como um golfinho comum: a cor de sua pele é diferente, mais clara, com linhas que mudam e desaparecem, um desenho que parece um elmo de guerra na cabeça e o símbolo de Poseidon: seu tridente. Delphin é tão poderoso que até os tubarões o respeitam e o honram. Poseidon mais tarde o tornou a constelação de delphinus. Ele decidiu se unir aos dourados por que, obviamente, Poseidon estava desse lado, ele não podia trair seu mestre, tampouco se bandear para o lado onde acreditavam que animais não tinham alma.

sábado, 13 de agosto de 2016

Texto em homenagem: Pedro, WulfJakal, Jackal-nii san.

“Era de tarde, Imperia estava relativamente tranqüila. Pedro caminhava pela rua, distraído, imerso em pensamentos. Desde que haviam surgido novos heróis, ele não sabia como deveria liderar. Alguns eram jovens, mas que era mais velha era uma garota chamada Ana Maria, ela usava o nome de ‘Ninfa Branca’, e eles se tornaram muito amigos, até o ponto de chamá-la de irmã ou maninha. Enquanto Pedro ficava refletindo sobre sua liderança e suas atitudes, até o momento em que seu celular ligou com um toque estúpido que ele havia colocado pra ligações. “Que idéia idiota eu tive de colocar essa musica no celular...” ele pensou enquanto atendia. Do outro lado Paulo Soares, seu amigo de Portugal era que

- Oi pra você também Paulo, agora respire e diga com calma o que aconteceu.
- Pedro, estou tentando te explicar que aquela rapariga chamada Ana sumiu!
- Como é?! Deuses! Por que diabos não disse com calma?!
- Eu estava tentando, ora pois! Tinha eu ido na casa dela pra ver como estava e lá era só bagunça e destruição!
- Tô indo ‘praí’ AGORA.
- O que? Como? Espere! Tem mais...!

Mas era tarde, Pedro decidiu na mesma hora correr de volta pro seu apartamento, e sua cabeça estava à milhão: Ana seqüestrada? Quem teria feito isso? Ele tinha uma idéia, provavelmente a milícia da Serpente do Sol negro, que trabalhava secretamente para as empresas Mundial Vision inc., e ele os faria pagar se a tivessem machucado.
m estava falando, e ele falava rápido. Paulo era filho de Hefesto, conhecido como Colosso, e era um poderoso aliado. Pedro suspirou e deixou Paulo terminar pra começar a falar:

'Onde você estará quando o céu vir abaixo?
E o que você faria se a força fosse encontrada?
Fique do meu lado quando o chão começar a tremer
O único som será de nossa respiração
Se tem algo que eu possa lhe prometer
Nós veremos a luz novamente'

Alguns minutos depois, Pedro chegou em seu apartamento, com uma explosão de raiva gritando:
- Agora expliquem de uma vez o que aconteceu com a MINHA IRMÃ!

Alberthy, Pedro e Paulo se assustaram. Alberthy já estava um pouco mudado desde a adolescência se vestia como um rapper ou algo assim, já tinha uma filha e agora esperava um filho com outra garota. Pedro Celestino era carioca, pele morena, roupas simples e um moicano. Ele era filho de Thor, e seu nome era Tempestade. Assim que Pedro cruzou a sala, os três olharam pra ele apreensivos, mas Alberthy tomou a frente e acalmou ele.

- Calma cara... Eu vou explicar tudo, o Paulo me contou, demorou um pouco pra entender, mas a idéia geral é: ele tinha ido consultar alguma coisa com ela, e quando bateu na porta, ninguém respondeu, eles esperou alguns minutos até ter a sensação que algo estava errado, e aí abriu a porta, entrou e o que ele viu não fazia sentido: tudo revirado, quebrado, marcas de explosões e queimaduras nas paredes e móveis, que estavam quebrados e em pedaços, marcas de sangue nas paredes e chão, roupas rasgadas e pelo menos três soldados mortos, e eles eram...
- ...da milícia da Serpente do Sol negro. – Pedro Completou – Eu tive essa sensação, o que diabos eles podem querer com ela?
- Acho eu que posso responder. – Paulo Interveio – Eu dei meu jeito de procurar algumas pistas, achei algemas que continham uma energia maligna, a maioria foi destruída, mas depois disso falei com o seu amigo Alberthy pra invadir as instalações da maior sede regional da Mundial Vision inc., e ele descobriu algumas coisas.
- Sim, eu descobri – Alberthy Respondeu -, e o que descobri é que eles queriam a mais frágil de nós, os filhos do ouro, pra tentar descobrir se existe algum gene em comum entre todos nós, pra conseguir inibir nossos poderes, criar um vírus pra nos matar a todos, ou pra nos controlar, e pensar que estão fazendo isso com a Ana, de quem você tanto gosta...
- Sim, e nós vamos até lá, resgatar ela, destruir tudo e matar todos, não necessariamente nessa ordem.
- Opa, péra! Como assim invadir a sede da Mundial Vision inc.? Tá louco? – Pedro Disse. Ele era relativamente jovem, tinha uns quinze anos, mas era corajoso. No entanto, enfrentar inimigos que recebiam ordens diretas do próprio Apep, a serpente do caos, isso era demais. – Tem certeza que não vamos precisar de tempo pra planejar um resgate e chamar o resto do pessoal?

A única resposta de Pedro a isso foi um olhar, um olhar frio, carregado de ódio e uma coragem determinada banhada com sede de vingança.

‘Essa é a calmaria antes da tempestade
É a manhã de céu rasgado
Sem aviso agora
É a luta que esperávamos
E não faz sentido correr’

E então eles foram até lá. Já era tarde da noite, eles realmente planejaram, mas foi pouca coisa. Eles decidiram que iriam invadir o prédio, achar o complexo de laboratórios embaixo do prédio todo, achar a prisão, resgatar Ana e por fim, destruir todos os arquivos que pudessem ajudar o Abismo à vencê-los. Alberthy estava como Sinistro, Pedro como Tempestade, Paulo como Colosso e Pedro vestia suas roupas normais. Ele havia dito que não queria esconder o rosto, mesmo que usasse algum glamour pra esconder seu rosto de algumas pessoas que fossem por ventura inocentes, ele queria que a milícia visse quem era que estava os matando sem piedade. Eles estavam de frente para o prédio, uma edificação muito alta que mesmo de noite parecia brilhar tudo graças às janelas de vidro. 

- Estais certo de que isso é boa idéia, Pedro? – Colosso Lhe perguntou pela décima vez, e Pedro ignorou.
- Sabe que uma vez lá dentro, não vai ter volta, vamos ter que fazer até o fim. – Sinistro Reforçou o argumento. Ao que Pedro endureceu a expressão, e fez algo que nem ele esparava fazer: usou o seu cajado dourado, que fazia muito tempo que não usava. Ele ativou o modo martelo do cajado e preparou um golpe violento que arrebentou as grandes portas automáticas de vidro da entrada.
Depois disso, as coisas aconteceram muito rápido: os soldados da milícia entraram em ação e atiraram com fúria, ao que Colosso ativou seu escudo de fogo e repelia as balas ou as derretia devido ao calor. Sinistro usava seu martelo de troll, uma arma pesada e grande, mas muito efetiva. Tempestade batia seu martelo elétrico aqui e ali, enviando raios de eletricidade nos inimigos e os torrando por completos, mas a coisa mais impressionante foi Pedro: ele acertava aqui e ali os inimigos pra juntar energia, e quando ele saltou numa posição de ataque, ele estava todo rodeado de uma energia escura como uma estrela de nêutrons, com luzes vermelhas e violeta cercando tudo, e o golpe do martelo gerou uma onda de necrose por todo o ambiente.

‘O martelo está vindo abaixo, abaixo

O martelo está vindo abaixo, abaixo
O martelo está vindo…’

Depois de todos os guardas estarem mortos, Colosso usou um de seus dons seguindo as instruções de Pedro sobre a localização do laboratório. Ele apontou seu martelo de ferreiro pra uma parte no chão e derreteu todo o solo ali em um enorme circulo perfeito e fumegante. Pedro não hesitou e desceu pelo buraco, seguido por Sinistro, e enquanto Pedro corria pelo longo corredor prateado de metal, ele usava o seu dom mais cruel: a necrose, um poder que pode induzir a decomposição em pessoas vivas, gerar doenças degenerativas, fazer coisas vivas ou coisas inanimadas virarem pó, e em todos os cientistas do corredor ou guardas, Pedro usava a necrose e os matava sem piedade, como ele prometeu. Sinistro ficou pra trás, tentando verificar se haviam sobreviventes, e por isso Pedro chegou na frente às portas do grande laboratório, e não pensou duas vezes em arrebentar com as portas usando seu martelo dourado.

'Uma vez começado, não há volta
E eu estarei com você quando o sol se tornar preto
Porque encontrar fé sempre será o mais difícil
Enquanto você está parado no coração das trevas
Se tem algo que eu possa lhe prometer
É que nós veremos a luz novamente

Essa é a calmaria antes da tempestade
É a manhã de céu rasgado
Sem aviso agora
É a luta que esperávamos
E não faz sentido correr
O martelo está vindo abaixo, abaixo
O martelo está vindo abaixo, abaixo
O martelo está vindo'



Os guardas se assustaram ao ver que alguém havia invadido a sala, mas Pedro foi mais rápido, e usou a necrose pra matar qualquer um que não estivesse magicamente protegido. Pedro usou tanto esse poder que quase se deixou levar por um frenesi de morte, e assim que todos estavam mortos, ele foi até o fim da sala, onde ele tinha visto uma enorme cela. Ele arrebentou a porta. E o que viu lá fez sua raiva abrandar e uma lágrima escorrer pelo rosto. Ana era uma garota da idade dele, só que “pequena”: cabelos curtos, magrinha, rosto delicado e muito jovem. Ele costumava a chamar de “agrololi”, uma piada pessoal dos dois por conta de ela ter morado em uma região agrícola e ela ser parecida com uma personagem “lolita”, uma mulher com aparência infantil. Ela estava deitada, num chão sujo, com sangue por todo o lado, um travesseiro empoeirado e um copo de algum liquido virado no chão. Seu corpo delicado estava coberto de hematomas e cortes e queimaduras, e isso cortou o coração de Pedro. Ele foi até ela devagar, segurou-a nos braços com carinho, e não disse nada por alguns minutos, apenas deixando algumas lágrimas lavarem seu rosto e um sentimento de dever tomar seu coração. Então ele falou em um tom baixo e carinhoso:

- Vou cuidar de você, eu prometo.

E assim ele se levantou com ela em seus braços, mas com cuidado pra não incomodá-la. Sinistro chegara ao local, vira a cena toda, mas o que ele reparou foi na expressão de coragem no rosto do amigo: sério, austero, quase frio, e em seus braços ele carregava sua irmã, Ana. Ele tentou dizer alguma coisa, mas a voz não saiu, de tão surpreso que estava.




‘Segure-se
Vamos aguentar até a manhã
Vai estar aqui sem demora
Segure-se
Se encontrar-mos a luz
Poderemos voltar para casa
Segure-se
Vamos aguentar até a manhã
Vai estar aqui sem demora

Segure-se
Se encontrar-mos a luz
Encontraremos a luz, vamos lá
Segure-se
Vamos aguentar até a manhã
Vai estar aqui sem demora

Segure-se
Se encontrar-mos a luz
Poderemos voltar para casa
Segure-se
Vamos aguentar até a manhã
Vai estar aqui sem demora

Segure-se
Se encontrar-mos a luz
Encontraremos a luz, vamos lá’


E ele carregou sua irmã pelos corredores de volta à saída, mas pegou o caminho mais longo, andando devagar até o elevador mais próximo. Sinistro repetia:
- Precisamos nos apressar! Se mais guardas chegarem, ela – Ele apontou para Ana – pode se tornar um alvo! – Mas Pedro ignorava alguns passos e depois respondia:
- Não vou dar nenhum desconforto pra ela. Ela está machucada, e eu tenho que cuidar dela.

Então eles chegaram às portas, e Pedro olhou para o céu noturno. “Já está amanhecendo?” ele pensou, “demorou tanto tempo assim...?”. Eles todos estavam ocupados: Colosso estava incinerando todos os computadores; Sinistro estava agora checando os sobreviventes inocentes e Tempestade apenas observava Pedro com uma grande admiração. Mas antes que ele pudesse dizer algo, Pedro preparou um de seus poderes: o super pulo. Os soldados anubitts tinham essa habilidade de super pulo para poder investir com força total nas batalhas, mas Pedro usava esse poder mais para se locomover, e quanto mais o usava, mais poderosos esses saltos ficavam. E em um instante ele já estava no ar, sendo fustigado pelo vento devido à velocidade que ele havia conseguido. Ana ficou com um desconforto por causa disso, acordou um pouco e olhou para cima, e o que viu a deixou impressionada: ela estava nos braços de um homem forte, cabelo longo balançando ao vento e banhado pelas ultimas luzes da noite de uma lua crescente e das estrelas. Ela suspirou aliviada e sorriu, fechando os olhos cansados e sorrindo com um esforço, e sussurrou pra si mesma:
- Jackal-nii san... – E adormeceu em seus braços. E então, eles começaram a queda, e nesse momento, o sol nasceu, e um novo dia e um novo mundo nasceu, com uma promessa mental que Pedro fez a si mesmo: eu não vou abandonar você, Ana, eu te amo minha irmã.

‘Se encontrar-mos a luz)
É a calmaria antes da tempestade
(Se encontrar-mos a luz)
Essa é a luta que esperávamos
Segure-se
Vamos aguentar até a manhã
Vai estar aqui sem demora
Segure-se
Se encontrar-mos a luz
Encontraremos a luz, vamos lá...’”

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Explicando, explicando... e pedindo desculpas.

Bom... não postei muita coisa recentemente não é? Sofri muitos desfalques, fiquei desorganizado, desenhos por fazer, criei a page, e agora estou me reestruturando e tudo mais. Eu estou planejando muita coisa, como por exemplo: deuses pra postar aqui, as equipes que eu AINDA não terminei, a parte 3 da raça orc, e... tan-tan-tan! Eu decidi colocar mais quatro heróis, mais quatro deuses e mais quatro monstros antigos. Essa decisão veio depois de que uma coisa MUITO ruim me aconteceu. Não vou divulgar aqui o que ocorreu, mas eu rezo aos deuses que a minha irmã fique bem. Além disso, vão haver pequenas mudanças quanto à alguns nomes de heróis, isso é só uma ideia que eu tive. Em breve tem mais!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Deuses proeminentes no universo dourado: Khonsu, deus egípcio da lua.

Khonsu é o deus egípcio da lua. Assim como Tot, Khonsu está relacionado ao tempo, como viagens noturnas, e assim sendo, a viagem da lua. Na cidade de Thebes ele fazia parte de uma trindade com Mut, sua mãe, e Amon, seu pai. No entanto, na cidade de Kom Ombo ele era venerado como filho de Sbek e Hathor. Por vezes, Khonsu é representado como uma múmia, um homem alto, porém com características infantis como um rabo de cavalo lateral e um colar ao redor do pescoço. Em outra forma, ele é um homem com uma cabeça de falcão e com o disco da lua crescente na cabeça, e isso o conecta a Hórus, fazendo uma associação à proteção e cura. Khonsu é, além de um viajante, um jogador. Ele costumeiramente joga senet com Tot. Aparentemente, Khonsu substituiu o deus da guerra Monthu como filho de Mut em Theban, isso porque a piscina no templo de Mut era em forma de uma lua crescente. Khonsu é um curandeiro, seus poderes de cura são grandiosos, e ele está sempre viajando, jogando senet com quem conhece as regras e como se joga, e nunca pára em um só lugar. Ele é o segundo representante masculino da própria lua, ao lado de Manni. Ele é da Aliança Dourada, afinal, ele quer apostar no lado vencedor. (E não poderia deixar de jogar senet com Tot). 
Primeira forma.
Segunda forma.

Forma "humana".

Deuses proeminentes no universo dourado: Tot, deus egípcio

Tot é o deus egípcio da magia, da musica, da escrita e da sabedoria. Ele é representado na forma de um homem com a cabeça de íbis, um pássaro comum no rio Nilo. O babuíno é um animal sagrado para Tot. Tot é o tipo de deus que possui grandes e MUITOS poderes, ele sempre está buscando conhecimento, ele nunca descansa, e se ele descansa você nunca verá. Ele se aliou aos dourados por inúmeros motivos, mas o principal: ele não vai permitir que os dois representantes filhos de deuses egípcios sejam ignorantes, tolos, ou não versados na magia. Ele assume uma postura de professor entusiasta que, na forma humana, se parece com um homem de cabelos negros, tão negros que são quase azuis, olhos de um violeta escuro e roupas que não fazem sentido: um casaco de tweed, calça jeans desbotada, sapatos mocassim e uma camiseta de alguma banda de rock ou metal desconhecida. Ele aparenta que nunca para de falar quando começa a dar uma aula, nem parece que precisa respirar, às vezes é impaciente, mas é um deus justo, um lutador incrível, e um dos maiores magos já existentes. 
O deus da cabeça de ibis.
Forma "humana": um professor fora do comum.

Deuses proeminentes no universo dourado: Nut, a deusa do céu.

Houve um tempo em que Quasar, o deus do universo, ouviu os egípcios contando histórias de como o “mundo” deles havia sido criado, diziam que “O deus Khepera criou-se da matéria apenas dizendo seu próprio nome e em seguida criou Shu e Tefnut, e esses dois geraram Geb e Nut”. Quasar ficou curioso e foi atrás de saber sobre essa deusa Nut, que para ele era muito parecida com ele, só que era uma mulher, e eis que ela era assim: uma mulher cuja pele era escura como o universo, pontilhada de estrelas e muito bela. Essa é Nut, uma das grandes deusas do Antigo Egito. Nut é a esposa de Geb, o deus egípcio da terra, e eles tiveram quatro filhos, os mais famosos deuses do Egito: Osíris e Ísis, que mesmo no ventre da mãe já se amavam muito, Néftis e Set, cuaj maldade já estava evidente logo no parto, onde ele rasgou o ventre de Nut para nascer. Nut está do lado dos dourados, afinal, ela ainda tem as cicatrizes do nascimento de Set, ela viu tudo o que o Caos de Apep conseguiu fazer ao corromper deuses até de outros panteões, e viu que não poderia abandonar seu amado Geb. Então, ela decidiu ser a conselheira pessoal do próprio Quasar. 
A senhora do céu.

Deuses proeminentes no universo dourado: Uller, o rei do inverno, deus da caça, da justiça, patrono da agricultura.

O rei do inverno.
Uller (ou Ullr) é o deus do inverno, da caça, da justiça e patrono da agricultura. Seu nome significa “glória”. Ele mora em Ydalir, é um excelente arqueiro e esquiador. Filho de Sif com alguém não identificado e enteado de Thor, Uller também é casado com Skadi, que havia se divorciado de Njord. Há muitas histórias sobre Uller, algumas dizendo que ele já foi o rei de Asgard, mas que foi expulso em consenso dos deuses por condutas ilícitas e um romance perigoso, e assim Odin restituiu seu trono. Logo em seguida ele viajou para a Noruega e lá conquistou a fama de feiticeiro e mágico. Ele se sobressai com maestria na arte de esquiar e com o arco e flecha, sendo um caçador invernal extraordinário. É dito que ele possui um osso sobre o qual ele gravou formulas mágicas tão poderosas que pode dele se servir como um navio e atravessar os mares. Uller não tem muitas pessoas que o cultuam como deus propriamente  dito, ele permanece obscuro em muitas histórias, mas ainda assim, a comunidade asatrú atual costuma venerá-lo com freqüência. Atualmente, em tempos de guerra, ele vive mudando de região: sempre escolhendo lugares com neve, no entanto ele nunca vai para a Argentina, ele diz que lá a neve é “suja” e a gente lá não tem o bom senso que os humanos tinham na época dele. Ele obviamente está do lado dos dourados, e tem grande interesse em finalmente ser reconhecido como um deus importante.

Forma "humana".

sábado, 16 de julho de 2016

Texto experimental: a origem dos nomes.

 “Esse era o dia após a primeira missão de ‘estréia’ dos primeiros seis filhos do ouro. Todos os seis estavam em um grande quarto, um aposento enorme com uma lareira, uma mesa central para comerem, dois banheiros (um para homens e um para mulheres), e alguns equipamentos recreativos (vídeo games, é impressionante como os deuses conseguem qualquer coisa para seus filhos, numa tentativa de agradá-los). Do lado de fora, havia dois guardas anubitts, e do lado de dentro havia pelo menos oito servas, todas elas eram mulheres werecats, leais à Bastet. Os seis estavam comendo, bebendo e se divertindo.

- Ahahaha! Se fode aí Alberthy! – Matheus Disse. Eles estavam discutindo e conversando sobre os nomes que ganharam após sua primeira missão bem sucedida, uma forma de mostrar ao mundo que a humanidade tinha salvação, que heróis haviam surgido. – Eles me chamaram de “pesadelo”! Quer coisa mais foda que isso?
- Ah, claro... Com essa cara feia! Eles me chamaram de “sinistro”, graças à minha aparência e meus poderes!
- Bom, eles me chamaram de “faraó”, culpa das roupas amarelo-douradas, minha arma, poderes... E a serpente no topo da máscara. – Fábio Comentou, um pouco concentrado na comida.
- Aham... Imaginem vocês, eu fui chamado de... – Lincoln Fez suspense total e olhou pra eles com uma cara sombria – Ceifeiro...

Os três aplaudiram e logo voltaram a discutir quem tinha o melhor nome. Os únicos que não estavam nessa conversa eram Renata e Pedro. Renata estava ao mesmo tempo concentrada na comida e nas servas: na comida porquê ela adorava experimentar coisas novas, e então veio a comida típica dos países nórdicos, e assim ela estava adorando o pão, o queijo, a carne defumada; nas servas porquê, afinal, quase todas as garotas amam gatos, e ela não conseguia acreditar quê podiam existir criaturas metade humanos metade gatos. Pedro, no entanto, havia comido rápido, bebido rápido, e Renata pensou “nem saboreou a comida...” em tom de reprovação, mas foi só ver a sua linguagem corporal que ela viu que tinha algo errado: ele estava curvado sobre a mesa, os braços cruzados e sua cabeça repousando sobre eles, um olhar cabisbaixo e amuado. Ela tocou-lhe o ombro e perguntou:

- Lobinho... Aconteceu algo? – Até o momento, os dois eram melhores amigos, e logo, ela tinha o direito de lhe dar algum apelido. – Por que comeu rápido e não está conversando sobre nomes de herói?
Pedro olhou de lado pra ela, muito chateado, mas agradecido por ela perguntar.
- Bom... Eu tinha planejado nomes pra todo mundo, sabe? E tipo, agora os civis deram nomes pra eles, não muito diferentes dos que eu tinha planejado, mas foda-se. O problema central é que EU NÃO TENHO NOME.
- Ah, só isso?
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- Como assim só isso? Pô, o Lincoln arrumou um nome incrível, o Matheus ficou com um nome assustador, o Alberthy ficou com um nome maníaco, o Fábio um nome imponente, e aposto que até você tem um nome foda.
- Ah... Bem... – Ela sorriu meio tímida e acariciou o cabelo dele – Eles me chamaram de “rosa negra”.  Eu até gostei, mas isso foi só por eu ter controlado algumas roseiras e elas terem escurecido quando toquei nelas... Aí eles gostaram de me ver usando a esgrima como combate...
- ‘Tendi... Bom, comigo foi uma completa bosta!
- Como foi?
- Bem... – Pedro começou a lembrar os eventos desde o momento em que ele e os outros estavam recebendo informações de seus pais e mãe... ”



Flashback, pais e filhos
“Era a noite do teste final, os seis filhos do ouro estavam em uma sala escura, que só tinha duas portas: uma delas era por onde tinham entrado, e a outra era um portal brilhante em luzes de cores vermelhas, roxas e brancas. Os heróis estavam todos com diferentes expressões nos rostos, e suas roupas e aparências como heróis era uma coisa nova para eles: Pedro usava uma mascara preta e vermelha de lobo, com um focinho, dentes e abertura para as orelhas. Sim, orelhas: ele estava parcialmente transformado em lobisomem: com patas de lobo no lugar de pés, garras nos dedos das mãos, dentes afiados, a cauda longa de lobo e orelhas no alto da cabeça. Renata usava roupas simples: uma blusa cinza-metálico tecida com fios de aço resistente, mas leve e flexível, um jeans normal e em sua cintura pendia um florete, em seu rosto ela usava uma mascara simples. Lincoln tinha uma roupa sombria: praticamente toda preta, como ébano, carregava uma foice longa, seu cabelo parecia despenteado, e sua pele tinha um leve tom de roxo. Matheus usava uma roupa cinza escura, um lenço no pescoço que seria sua mascara, e estava armado até os dentes com facas, explosivos normais, bombas especiais e uma espada curta, tudo isso confeccionado pelos anões. Fábio usava uma roupa completamente dourada e azul, relembrando o ouro e o lápis-lazúli que os faraós usavam no passado. Alberthy era o que tinha o visual mais estranho: sua roupa era em tons de verde e marrom, calça de brim, coturnos de couro, um lenço no pescoço, mas o que impressionava era a aparência fisica: verde clara, os dentes caninos de cima ficaram maiores e um pouco entortados para cima, ele tinha uma cauda com ponta de lança e do meio de seus cachos dois chifres saiam, pareciam de madeira.
Os deuses também tinha um visual diferenciado: pareciam mais humanos: Hades usava roupas que o faziam parecer o guitarrista de uma banda de Black metal muito famosa, um casado grande com capuz, roupas completamente pretas e cheias de enfeites de metal. Freyja parecia uma mulher comum: baixinha, os cabelos louros perfeitos bem arrumados, roupas simples, e seu colar Brisingamen preso ao pescoço. Tyr usava roupas que também o faziam parecer membro de uma banda, mas seria de viking metal. Loki usava roupas simples, e pela primeira vez Alberthy pôde ver em seu rosto as cicatrizes: furinhos em torno dos lábios e uma enorme queimadura entre os olhos e no nariz. “O que será que aconteceu?” Alberthy pensou curioso. Rá usava roupas de aventureiro, leves, de cores terrosas, seu cabelo preto penteado para trás e uma mecha estava enfeitada com contas de lápis-lazúli, e em seus olhos havia delineador. Esse era o “kohl”, um tipo de maquiagem egípcia, e Anúbis também usava o kohl, e suas roupas eram elegantes, mas pareciam de um mordomo que controlava o patrão secretamente.
Cada deus falava com seu respectivo filho (e deusa e filha), como se desse instruções finais para o teste de herói.

- Filho, eu não pude te ensinar as artes da necromancia como queria, mas vou frisar o seguinte: NÃO INVOQUE MAIS DE TRÊS GUERREIROS DO MUNDO INFERIOR. Os mortos podem ficar agitados se perceberem que as almas estão saindo para lutar, e isso pode ser um problema. No mais, você tem sua foice e a habilidade de ceifar almas se você quiser. Desejo-te sorte! – Disse Hades para Lincoln, que assentiu silenciosamente e muito sério. Lincoln se dirigiu para o portal e desapareceu.

Freyja estava radiante de felicidade, mas sua voz tremia com certo medo, como Renata percebeu enquanto a deusa lhe falava:

- Bem, minha corajosa filha vai finalmente lutar! Sinto muito por não ter tido a chance de ensiná-la a usar os poderes que herdou de seu pai, mas saiba do seguinte: meus poderes podem canalizar essa magia, e você fará coisas incríveis! – Ela abraçou Renata carinhosamente, e ela percebeu que Freyja tremia um pouco.
- Pode deixar... Mãe! – Essa ultima palavra ela se esforçou para dizer, mas disse com carinho. Então Renata foi caminhando para o portal, tocou no florete em sua cintura e entrou no portal.

Rá estava muito empolgado, e olhava com orgulho para Fábio.

- Você tem o sangue dos faraós! Um filho do sol, sua vitória hoje será gloriosa! Lembre-se: concentre-se muito para controlar qualquer mini-versão do sol que criar se não pode queimar todo um quarteirão e até mesmo perder o controle de seus poderes, mas tenho fé em você, garoto! – Fábio Assentiu a isso com um sorriso confiante, e foi até o portal.

Loki olhava para Alberthy com gravidade, ele estava sério, então suspirou e relaxou um pouco, e então disse:

- Filho... Vão te julgar muito pela sua aparência, pela sua forma de agir, mas não dê ouvidos aos tolos! Você tem nobreza em você, e se virem que você luta pelo que é certo vão confiar em você – Alberthy sentiu que Loki dizia isso mais para si mesmo do que para ele, mas sorriu e deu um aperto de mãos em seu pai.
- Não se preocupe, afinal, eu sou seu filho né? – E ele foi caminhando para o portal.

Tyr estava super empolgado, ele ria alto, falava alto e tava amigáveis apertos nos ombros de Matheus e tapinhas nas costas.

- Esse é meu garoto! Filho de um deus da guerra e de uma assassina da noite! Você deve usar as armas que te dei a seu favor, use o elemento surpresa, afinal, o lugar para onde você vai... Bem, você verá!
- Isso vai ser divertido... – Matheus Suspirou e sorrio, cobriu o rosto e foi para o portal.

preocupação de pai
Por fim, Anúbis conversava com Pedro, e demonstrava muita preocupação para com o filho: falava de modo sério, com um tom triste na voz, e seu olhar demonstrava medo. Pedro sentia que havia uma segunda deusa na sala, e sabia que sua força vinha do portal, mas ignorou isso quando Anúbis começou a falar.

- Filho, eu não tive tempo suficiente de treinar você, mas você tem seus poderes... Filho de uma lobisomem, guardião do espírito do lobo Fenrir e filho do deus chacal... Você vai ganhar muitos poderes, vai aprender a controlar os seus poderes atuais, mas você precisa manter o foco. Precisa confiar em si mesmo, ganhar a confiança de meus soldados para um dia invocá-los em combate, aprender a usar as magias do Egito e do Norte, e você tem o domínio das correntes e da corda que prendem Fenrir ao seu corpo, elas vão te obedecer desde que mantenha o controle sobre si mesmo... Eu... Ah, não sei o que dizer...
- Calma, vai dar tudo certo pai! – Pedro Falou com confiança. Anúbis olhou solidário para o filho e pôs a mão em seu ombro.
- Boa sorte... Filho.
- Pode deixar! Afinal, você me treinou. – Ele fez um sinal de “joinha” com o polegar e sorrio confiante, e foi para o portal. Anúbis olhava-o com carinho, mas o medo cresceu em seu coração de que ele pudesse se machucar.
- Filho...

 

Observando os inimigos
- Pedro apareceu no topo do teatro Ouro Verde, do centro da cidade, e assim que percebeu que a ação iria começar, sua personalidade mudou um pouco para seu lado heróico. Ele olhou para baixo enquanto um estranho vento fustigava suas roupas e cabelo por uns momentos, e pensou “caralho! Eu devo estar fodástico nessa pose!”. Então ele olhou para baixo, para o calçadão: de dia, o calçadão que fica no centro de Londrina costuma ter muito movimento, vendedores hippies de artesanato, pessoas comendo besteiras, gente oferecendo oportunidades de cursos “gratuitos”, mas agora estava mal iluminada, e quase vazia, era de noite e quase duas da manhã, e então Pedro viu: adolescentes, sete. Três deles fumando, dois em pé, um sentado. Dois deles fumando num “narguilé”. Os outros dois estavam literalmente atracados com uma garota: parecia que ela tinha 14 anos, e enquanto beijava e masturbava um, ela masturbava o outro. Pedro farejou aquilo, como se não bastasse os cheiros de sêmen e bebida, havia o cheiro de erva e essência de fruta para o narguilé, mas foi o cheiro da erva que o deixou furioso.
 “Isso tudo ta errado! Essa garota, os caras... Deuses... Mas o que eu vou fazer aqui?”. Então ele sentiu um novo cheiro, e essa era a pior parte de ser lobisomem: sentir as coisas com muita intensidade, e esse cheiro era horrível, uma mistura de pelos molhados, suor, sebo e alguma coisa a mais. Ele virou o rosto na direção de onde vinha o cheiro (não que ele quisesse fazer isso) e viu uma mulher mais ou menos mais alta, usando roupas antiquadas como uma blusa de algodão grossa por cima de uma camisa, uma saia jeans muito estreita que quase impedia ela de andar, uma bolsa simples, e junto ao peito ela carregava um livro.
Pedro logo entendeu o que via: era uma crente, uma evangélica, daquelas que poderiam ser meretrizes do pastor. Ele entendeu porque não via o cabelo dela, estava trançado para trás da cabeça, e entendeu o cheiro ruim, e odiou pensar nisso. Então ele entendeu o que ela iria fazer antes de fazê-lo: ela foi falar com os adolescentes, queria tentar convertê-los, fazer o que os evangélicos sempre fazem. E quando fez, Pedro prestou atenção na conversa:

- Crianças, por que não vão para a igreja e aceitam a mão do Senhor?
- ‘Coé tia, a gente já tem Deus no coração!
- Mas ainda precisam freqüentar a igreja, estudar a bíblia, e então estarão salvos!
- Ah, que nada! Vamos fazer assim: a gente vai zoar fazer o que quiser, viver como quiser, e depois é só rezar pra Deus que ele perdoa! É fácil, é sempre assim! Deus perdoa tudo quando você ajoelha e reza! Não é Carla?

A fúria
- Eles riram, enquanto um deles olhava para a garota de 14 anos, Carla, e ela apenas limpou o sêmen das mãos na blusa. A crente ficou com raiva e ergueu a bíblia, começando a rezar pra que eles mudassem que “Deus” tocasse o coração de cada um, mas depois ficou em pânico por que um deles apontava uma arma para sua cabeça, e outro apontava uma faca minúscula e ridícula para ela, mas mesmo assim, era uma arma. Ela começou a implorar para o deus dela, e os adolescentes só riam enquanto Carla insistia para a deixaremela ir embora. Pedro respirou fundo para não perder o controle, mas a raiva chegou a um limite quando ele não conseguia decidir se deixava que a matassem para depois matar eles ou se salvava a vida dela. Ele decidiu, andou alguns passos para trás, correu e com um mortal invertido, caiu com força no chão e chamou a atenção dos adolescentes. Mas foi rápido como um raio: correu e desferiu um soco no primeiro inimigo, Carla e um dos caras que ela masturbava foram atacar Pedro, mas ele foi rápido e deu um chute giratório alto e acertou a cabeça dos dois, mas em poucos segundos ele decidiu poupar a vida de Carla. “Ela vai ter problemas suficientes com os pais...”, pensou.
A luta
 -Então ele usou um gole rápido de luta egípcia e acertou de baixo para cima o quarto inimigo. Então, o inimigo com a arma atirou: uma arma calibre 3.8, disparou seis vezes. Pedro levou os tiros, na cabeça, pescoço, tórax, braço. Mas ele logo se curou, afinal, era um lobisomem: seu fator cura impedia que ele morresse, mas a raiva cresceu com força suficiente para ele decidir que ia matar a todos eles, poupar as duas e então sair antes que perdesse o controle. Sacou seu cajado, que se tornou uma lança e investiu contra o sujeito armado, e atravessou seu corpo. Em seguida, em movimentos rápidos, ele cortou todos e os matou triunfante.
A crente observava tudo boquiaberta até que decidiu falar:

- Por Deus! Você é um enviado do Senhor para punir os pecadores!

Pedro ouviu aquilo e ficou perplexo, e logo se irritou.
- Quê??? O que tu falou, mulher? Eu não sou ovelha do falso deus! Se toca, eu sou um herói, não um pastor!
- Mas você puniu os pecadores, e agora eles estão no inferno!
- Se manca, sua burra! Eu sou pagão! Servo dos deuses antigos! Eu sou um herói, um lobo! Não uma ovelha!

A crente se irritou e então ela decidiu que iria rezar, mas dessa vez apenas falando e repetindo “o sangue de Jesus tem poder, o sangue de Jesus tem poder...” e Pedro ficou muito irritado, mas se controlou para apenas sumir nas sombras com um sonoro “FODA-SE!” e saltou usando o seu poder de super salto. Na manhã seguinte ele ligou a tevê e ficou irritado os noticiários, afinal, eles descreviam os atos heróicos de seus amigos: uma garota esgrimista que controlou as arvores para salvar pessoas de um prédio de um incêndio na zona norte, um pesadelo explosivo que desmantelou uma quadrilha inteira de tráfico de crianças para pedofilia e grupos radicais islâmicos, um ceifador que matou um bando de seqüestradores e salvou dois idosos, um guerreiro sinistro que mudava para animais diferentes e evitou que uma dupla fugisse, um guerreiro faraônico que ajudou policiais contra uma gangue, e por fim a crente dizendo que o “cão do diabo havia matado pecadores e iria lançar sua fúria sobre os homens da terra”, e isso o deixou frustrado.”

“...- E essa é a história toda! – Pedro Ia contando de um jeito engraçado, imitando vozes com seu jeito de arremedo, e Renata não conseguia evitar rir, e rir muito. Pedro até ficou com raiva, mas ele ficou admirando um pouco sua amiga (por quem tinha uma queda): ela era meiga, delicada, fofa e gentil.
- Ora essa! Não ria! É muito frustrante!
- HAHAHAHA! Hahaha! Soou engraçado, por isso eu rio! Mas ela só queira agradecer do jeito dela ué.
- Agradecer... Não fode, agradecer daquele jeito? Eu a salvei e ela simplesmente acha que eu sou uma ovelha! Pior foi hoje de manhã quando ela dava entrevista e ficava dizendo “o cão do diabo, o cão do diabo, o sangue de Jesus tem poder” – E ele imitou com a voz de novo, e Renata riu – Isso pra não falar na garota que acabou levando uma puta bronca dos pais, só deu pra ver no fundo da reportagem...
- Bom, tenta tirar uma idéia de nome disso tudo, que tal você usar o nome “cão da punição”? – Disse ela rindo um pouco com uma cara de inocente.
Pedro ia dizer alguma coisa com muita raiva, mas do nada ele estacou, pensativo, e Renata quase conseguia ver as engrenagens funcionando na mente complicada do seu amigo. Ele ficou murmurando e repetindo palavras, alguns fragmentos de frase que ele ficou lembrando.

E assim, WulfJakal nasce.


- Filho de uma lobisomem... Guardião do lobo... Filho do deus chacal... Lobo, Chacal... Wolf... Jackal... Wulf... Jakal... É ISSO! – E do nada, ele pulou na mesa, se sentindo triunfante. – É ISSO! JÁ SEI QUAL NOME SERÁ O MEU! EU SEREI WULFJAKAL! OS MENESTREIS IRÃO COMPOR MUSICAS SOBRE MIM E OS BARDOS IRÃO CANTAR ESSE NOME! MEUS INIMIGOS IRÃO TREMER E OS ALIADOS IRÃO SE ENCORAJAR! HAHAHAHAHA!
- Ahm, Pedro, o que é um bardo e um menestrel? – Lincoln perguntou, já que Renata estava rindo, Alberthy estava pasmo, Fábio continuava comendo e Matheus estava furioso.
- Porra Pedro! Eu tava comendo seu babaca! Qual o seu problema?
- FODA-SE!
As criadas werecat apenas se entreolharam e deram de ombros, e então limparam a bagunça causada por Pedro, WulfJakal.”


(Perdão a qualidade de algumas imagens ou o resto... demorou muito mas com a ajuda da Vingadora eu consegui ajeitar esse texto).

sábado, 25 de junho de 2016

Monstros famosos e comuns do universo dourado: O "serpopardo"

Existiu no Egito antigo, quando ele era separado no Alto Egito e no Baixo Egito, um monstro poderoso: seu corpo era o de um leopardo, mas o pescoço era longo e escamoso, uma serpente, e a cabeça era um pouco mais “domestica” que um leopardo: um gato feroz. Esse animal caótico hoje em dia é conhecido como “pescoço longo” ou simplesmente “serpopardo” (serpete + leopardo). Quando o faraó Narmer unificou o Alto e o Baixo Egito, seus feitos foram talhados em uma paleta, e atrás dela, a cena de dois homens laçando dois serpopardos. Isso seria uma forma de controlar o caos e mantê-lo longe de destruir a Criação. Serpopardos costumam ser violentos, predadores cruéis, podem cuspir veneno e correr durante dias no deserto sem descansar e em altas velocidades. Seu tamanho é maios ou menos o tamanho de um leão, mas alguns centímetros maior. Não se sabe à quem eles servem, mas eles costumam viver nas margens do Tuat, caçando magos inconseqüentes que viajam sem proteção.
"Serpopardo"

Monstros comuns e famosos do universo dourado: O animal de Seth

Muito se especulou qual seria o animal que representa Seth. Esse animal por vezes é conhecido como “animal de Seth”, “Sha”, e costumeiramente, como Seth é relacionado com o gigante Tifão, o animal também é chamado de “animal tifoniano” ou “besta tifanica”. Sua aparência é complicada: parece um cão da raça grey hound, magro, esguio mas atlético; tem pernas longas, é alto, mais alto que um cavalo; sua cauda aparentemente não possui pelos, e é bifurcada em duas longas pontas; sua cabeça é grande, um focinho longo como um tamanduá, e suas orelhas são grandes, parecendo dois triângulos invertidos; seu pelo muda de cor: às vezes ele parece rubro como cobre, representando o deserto infértil e estéril, às vezes cinza escuro como uma nuvem de tempestade, e às vezes parece sem nenhuma pelagem clara. Ele, o “sha”, é um predador, uma besta feroz que irá servir seu mestre Seth em qualquer missão: seus sentidos são absurdamente apurados, um faro que detecta a presa à quilômetros de distancia, garras afiadas que rasgam metal, e sua saliva consegue corroer o aço mais forte.
"Sha"

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Raças do universo do universo dourado: Orcs parte 2: o alfabeto

Alfabeto e números
 Os orcs possuem uma cultura antiga para si mesmos, e com isso, deuses que eles acabaram descobrindo, um alfabeto, uma linguagem intrincada e símbolos para os deuses, números e as letras de sua escrita. Em seu alfabeto não existem símbolos para “y”, “w” ou “z”, o que faz com que o “s” tenha um som de “z”. Ela é normal como seria em um português claro na fala, as mesmas regras gramaticais com algumas mudanças e adaptações, e em sua fala não difere muito. O som das palavras e a pronuncia é que é a parte complicada: “SS” você pronuncia como se fosse cuspir, “xh” tem um som de “tsc”, portanto é como um estalo na língua; “PH” tem som de “f”, naturalmente, mas você precisa forçar bastante para usar; “RR” teria um som estranho, quase como um tremor; “KN” tem o mesmo som que no inglês “knee”, “know”; e essas são só algumas das regras. Entre a numeração e a ordem numérica orc, vai de “1” a “9” e tem o “0”, então é basicamente como normalmente seria; contagens de conjuntos vão de “5”, “10”, “15”, “20”, ”40” “80”, “100”, “1000” e assim por diante. Já sobre os deuses: os orcs têm similaridades com deuses de panteões do mundo todo, alguns muito comuns, outros pouco conhecidos, mas, tecnicamente, eles são os mesmos de panteões como o grego, Ares (Arthogat), Anúbis (Adogah-bo), e outros. Seu culto é divido em dias do ano em especifico, datas especiais, rituais, ou simplesmente para demonstrar devoção ou quando precisam de aconselhamento divino.
Símbolos comuns de deuses adaptados

Símbolos comuns de deuses adaptados 2